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Polêmica sobre nu frontal masculino na TV aberta é tema de entrevista do Dr. Cabezón

13/10/2013

Polêmica sobre nu frontal masculino na TV aberta é tema de entrevista do Dr. Cabezón

A corriqueira polêmica sobre o que pode ou não ser veiculado na TV aberta foi tema da entrevista concedida pelo Dr. Ricardo Cabezón a equipe do Programa Domingo Espetacular da TV Record.

Na ocasião Cabezón lembrou que as concessões para TV e rádio devem observar o teor do Artigo 221 da Carta Magna de 1988 que preconiza que na montagem de suas programações devem ser observados, dentre outros princípios, ao de preferencialmente inserir programas com finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas sempre em RESPEITO aos valores éticos e sociais da PESSOA e da FAMÍLIA.

Assim, explicou que, muito embora as emissoras, observando os parâmetros da classificação indicativa estabelecidos pelo Ministério da Justiça, encontrem a possibilidade de se veicular cenas de violência e nudez, devem se abster de tal prática se a sua exibição foge do contexto interpretativo do texto constitucional, ou seja, com o uso desnecessário de cenas impactantes e apelativas veiculadas tão somente para alavancar audiência em detrimento da qualidade.

Cabezón lembrou que as emissoras de TV e rádio possuem uma grande responsabilidade social delegada pelo Estado, cabendo a elas desenvolverem uma austera programação com vistas a  formação cidadã, educação, bem como a consolidação de costumes e ditames morais, sendo por dever a implementação de um padrão mínimo de qualidade e excelência no desenvolvimento de suas atividades, além de  transparência e isenção na prestação de informações jornalísticas.

Ressaltou também que, infelizmente, passamos por um momento deprimente de notória crise e decadência qualitativa dos programas televisivos, muitos dos quais se revelam parciais, apelativos, deformadores de opinião, manipuladores, depreciadores dos bons costumes e respeito aos valores éticos, atentadores à imagem da mulher, banalizadores da violência, impulsionadores do consumismo e da transposição da adolescência cabendo ao Estado e às Autoridades constituídas o DEVER de fiscalizar a programação uma vez que os reflexos da mídia são amplamente sentidos e reproduzidos pela sociedade.

Veja a reportagem e um trecho da entrevista clicando no video abaixo:

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